Jonathan Swift, sabiamente utilizou, (uma vez que naquela época não havia liberdade de Expressão) anões, gigantes e cavalos para colocar em evidência todos os males que ele via que a sociedade daquele que era considerado como o maior império do mundo, o Império britânico entre eles: o individualismo, a lei do mais forte, a aparência, a traição, a ignorância, a avareza, a luxúria, a corrupção política, o abandono e a crueldade. Curiosamente vivemos numa sociedade, que quase 300 anos depois continua a ter nesta obra um espelho. Como tal, e para tentar recuperar princípios éticos e morais, devíamos tê-la constantemente na mesa-de-cabeceira e recorrer a ela sempre que possível, uma vez que estamos mais do que nunca, a sofrer da mesma epidemia nela retratada.
Esquecemo-nos constantemente de quem somos, e o que valemos, pelo que devíamos cada um de nós, ser um autocrítico para emendar e repor de uma vez por todas os valores que teimamos em perder. Pelo que podemos observar na obra, já houve outros momentos na História, que vivenciámos tudo pelo que estamos a passar, tentemos pois então ler e voltar a ler as Viagens de Gulliver, para que de uma vez por todas, possamos repor tudo de bom de que um ser humano é capaz: amigo, leal, nobre, justo, e acima de tudo hoje a palavra de ordem é ser-se SOLIDÁRIO!!!
Filomena Trigo
(Línguas Estrangeiras: Inglês/Espanhol)
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